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Beta Experimentação em Tecnologia Aberta

sábado, julho 19, 2008

DorkbotRio 01

DORkboT-Rj 1º

pessoas fazendo coisas estranhas com eletricidade

Esta edição do evento rolou no dia 13/07/08 no Circo Voador

FS Torres propiciou o ambiente de amizade e descontraído que rolou durante todo o evento, com a iniciativa de somente tocar shows gravados no PlanoB - Lapa. Existem poucos ou quase nenhum lugar para se tocar/experimentar no Rio de Janeiro. Se é difícil tocar imagina ouvir o que tocaram.

PlanoB - Lapa Live Sessions


Nmenos1 fez um mini-workshop (bate-papo informal) sobre as interfaces criadas por eles mesmos que são usadas nas suas performances, utilizando placas como o severino(versão brasileira do arduino), reles, brinquedos eletrônicos etc e depois se apresentaram.

Baixar o show do Nmenos1

.::. Mais sobre Nmenos1 .::.

Alê Souto apresentou Input/Output uma experiência que opera na disfunção e na aleatoriedade da informação

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Jesus Coca fechou a noite com o seu ACID NOISE PROMÍSCUO.

+ Sobre Jesus Coca

..::..Baixar.:.o.:.show.:.Happening.:.in.:.Bike.:.Blow-Up..::..

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Para ver o que rolou em outros Dorkbot-Rio
http://betamultimidia.com/categoria/dorkbot-rio/
www.dorkbot.org/dorkbotrio/
contatos
dorkbotrio@dorkbot.org
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………dorkbot: people doing strange things with electricity……….
……………………. http://dorkbot.org ………………………
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Apoio
Circo Digital: http://circodigital.org.br

Beta Multimídia: http://betamultimidia.com

PlanoB: http://www.planob.net/

Produção

Bruno Tarin

Bruno Viana

PlanoB - Lapa

Raoni Redni

posted by brunotarin at 18:37  

quarta-feira, julho 9, 2008

E-Flyer DORKbot-RJ 01

DORkboT-Rj 1º
pessoas fazendo coisas estranhas com eletricidade
O Dorkbot é um evento que acontece desde o ano 2000 em diversas cidades pelo mundo todo.
Pessoas se reúnem para trocar idéias e projetos dando os usos mais estranhos para tudo movido a eletricidade.
www.dorkbot.org
no Circo Voador
das 19h às 22:30h
13/07/08 - Domingo
Gratuito
Entrada pela porta dos fundos

Participações nesta edição

Input/Output é uma experiência que opera na disfunção e na aleatoriedade da informação. A nossa relação com os aparelhos acontecem numa via de mão dupla, nos fazendo passivos de um movimento retiniano e postural padronizado. Proponho horizontalizar essa discussão , parafaseando Merleau Ponty e a fenomenologia.
F.S. Torres iniciou suas pesquisas musicais através da manipulação, colagem e justaposição de fitas magnéticas no começo dos anos 80, fundando em 1985 o Can do Garfo (CDG), coletivo improvisacional. Com a tecnologia digital, cria KKFS, persona pop/plunderfônica, utilizando software, samples de lps antigos e erros causados por falhas do equipamento envolvido.Criador do label conceitual Menthe de Chat, um projeto operando nos campos de música experimental e eletrônica e arte sonora. Em sua loja Plano B dá início a produção da série de shows PlanoB Live Sessions, o único evento regular de música experimental no Rio de Janeiro. A crescente reputação tanto do label quanto das performances apresentadas no Plano B atrai colaborações internacionais com artistas conceituados como Derek Holzer, Tian Rotteveel e Szkieve, entre outros apresentando-se na loja e participando de gravações em estúdio. Utiliza em suas performances um labirinto de equipamentos analógicos e digitais em que fragmentos sonoros são enviados simultaneamente a vários samplers e/ou gravadores, processados individualmente e re-enviados aos outros processadores, criando um sistema semi-auto-generativo, controlado tanto pelo músico como pelas características e deficiências das máquinas envolvidas.
http://www.archive.org/details/frec014
http://www.planob.net/

Qual o destino do Noise? Talvez não saibamos precisar, mas com certeza, Noise após Jesus Coca sofrerá alterações indigestas, jamais esperadas; Fazer barulho tem sido a brincadeira de Barby de certos projetos, tem sido a tônica da galera que faz música “dita” mais alternativa nos canais “ditos” também undergrounds, porém; na maioria das vezes, esse barulho não ensurdece ninguém: institui-se apenas barulho, como qualquer instituição, p.e. a Coca cola O que quer dizer isto? Qual o valor da arte? Qual o valor da música? Que perguntas são estas? A resposta a estas perguntas talvez seja expressa pelo som provocado por Jesus Coca, digo provocado; porque provoca, porque música, como qualquer outro “fazer estético” além de provocação para os órgãos dos sentidos, como os olhos, os ouvidos, os poros; deve ser também provocação-ação, política. Música não pode se desvincular de responsabilidade, da preocupação de veicular um espírito vivo menos absurdo ,p.e. os mendigos na Central do Brasil, o lixo… Barulho por barulho é pura inocência e de Inocência estamos cheios, p.e. a Igreja Universal do Reino de Deus, parece piada, não é? Mas Jesus Coca não tem tal pretensão: salvar alguém, porém procura respeitar aquilo que realmente nos faz inteligentes – sacar algumas coisas ,p.e. fazer bem estar aos ouvidos, ao escutar, ao perturbar. Fazer barulho é necessário sempre, mas barulho, às vezes, agente faz sem fazer barulho e também se faz barulho sem barulho, poque fazer barulho é mais que produzir ruídos, sonoridades; é além de tudo produzir uma atenção maior e uma tensão também maior às ações vitais do cara provocados pela perturbação - é o que procura Jesus Coca. SMITH.
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendid=228023104

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