DorkbotRio reune de tudo um pouco na sua quinta edição.
No dia 07 de dezembro, o Circo Voador abrigou a quinta edição do DorkbotRio e mais uma vez a galera pôde desfrutar de “pessoas fazendo coisas estranhas com eletricidade”, conforme se define o encontro que aconteceu em mais um domingo, como as outras edições.
Pontogor manipulou uma vitrola ligada a uma Televisão processada de maneira incomum. O resultado: som, imagens e ruído numa projeção de uns 20m de altura…
Investigando possibilidades e formas de relação com o espaço, o tempo e os corpos, Dvd + Paoleb, apresentaram este jogo para espect-atores, numa espécie de cinema ao vivo entitulado “composição n˚4 para circuito de vigilância”.
Brinquedos à pilha quebrados, osciladores e distorção, gravações concretas, ondas curtas, partes de conversas e sons do além, frequências moduladas,circuitos integrados,harmonias irregulares, sistemas caóticos,micro ritmos,8bit e cellular automata. Este é o universo que LUNA CHIP apresentou ao público. A música aqui se desenvolve através de uma interação sensorial. Surpreendente!
Houve também arco-íris e curtos circuitos regados a sons tirados do software Pure Data, na instalação Borboleta, realizada por Mukah e Camila.
Por algumas horas, o DorkbotRio criou um grande laboratório de experiências sensoriais.
No final rolou uma JAM entre Luna Chips e os Circuitos de Vigilância.
Autor: FS Torres
sinopse:
Live Sessions - performance sonora, colagem do material gravado durante performances no PlanoB.
Autores: dvd + paoleb
Título: “composição n˚4 para circuito de vigilância”
Elementos: 04 câmeras - 04 atores - 40 sons - 01 microfone
Palavras-chave: Cinema ao vivo; Câmeras de vigilância; Panoptismo.
Sinopse:
Porque deixar que os circuitos fechados de vídeo sejam dominados pelo discurso da (in)segurança e do medo?
E se propuséssemos uma performance aonde estas imagens desempenhassem um novo papel?
Investigando possibilidades e formas de relação com o espaço, o tempo e os corpos, apresentamos este jogo para espect-atores.
Autores: Pontogor
Título: ZNTT
Sinopse:
Pontogor manipula duas vitrolas e imagens processadas de maneira incomum.
Som e imagens… Ruido.
Autor: Mukah e Camila
Instalação: Borboleta
Sinopse: arco-íris e curtos, uma imersão por dentro de uma caixa preta.
Autor: LUNA CHIP.: Leandra Lambert - Circuit Bending / Foto Cells.
Martha V. - Circuit Bending / Piezo Disks.
Negalê Jones - Circuit Bending / glitchDS.
Sinopse:
Brinquedos à pilha quebrados,osciladores e distorção,
gravações concretas,ondas curtas,partes de conversas e sons do além,
frequências moduladas,circuitos integrados,harmonias irregulares,
sistemas caóticos,micro ritmos,8bit e cellular automata.
Este é o universo de LUNA CHIP.
Dando continuidade aos ensinamentos de Hugh Davies,Richard Lerman,David Tudor,Gordom Mumma e Reed Ghazala,a música aqui se desenvolve através de uma interação sensorial.Criatividade sônica.A estrutura se expande e se contrai,dinâmica e etérea.Experiências e escolhas estéticas feitas em tempo real.
O futuro,segundo o século passado.Baixa fidelidade,pura e aplicada.
Pluvia - é um fenômeno meteorológico que consiste na precipitação de água no estado líquido sobre a superfície da Terra.
DorkbotRio03#
Começamos com Frithlang com suas linhas de baixo pesadas e sons eletrônicos reverberando na arena do Circo Voador no Domingo 28/09. O show foi gravado e já já, estaremos disponibilizando-o por aqui.
Durante a apresentação de Frithlang, rolou uma Jam com o controverso Jesus Coca, Noise promíscuo em Dub Acid Rock, encerrando a apresentação da Banda e dando início a apresentação seguinte com Mukah e Abel com Circuit Bendings.
Começa a inundação
fig.,
invasão tumultuosa;
Alê Souto, Andrei, Jesus Coca, FS Torres se juntam a Mukah e Abel
lmprovisando com brinquedos antigos, potenciômetros, soldas feitas pela mão de humanos, baterias de 9v, guitarras, gambiarras
A Terceira Edição do DorkbotRio aconteceu no Circo Voador no dia 31/08.
Como sempre a entrada foi pelos fundos e livre.
FS Torres esteve presente, fazendo a ambientação sonora a partir de colagens de sons da Menthe Chat e sons gravados nas Live Sessions do PlanoB.
Bruno Vianna apresentou parte do seu novo filme chamado Ressaca, o filme será lançado no Festival de Cinema do Rio de Janeiro de 2008. Ressaca será editado em tempo-real, sendo assim, cada sessão é única.
Para essa edição em tempo-real foi criada uma interface exclusiva. A interface consiste em um tela circular tátil, os softwares utilizados foram Processing, Puredata e Reactivision todos são livres.
executou uma performance em ambiente auto-referencial.
O som colhido é deslocado, filtrado e processado pelo próprio meio. A situação, ponto de referência, para vivenciar o sistema de proporção universal em forma espiralada. Substâncias, música, ambiente e pele coexistindo. Onde é espaço na verdade é som.
Esta edição do evento rolou no dia 13/07/08 no Circo Voador
FS Torres propiciou o ambiente de amizade e descontraído que rolou durante todo o evento, com a iniciativa de somente tocar shows gravados no PlanoB - Lapa. Existem poucos ou quase nenhum lugar para se tocar/experimentar no Rio de Janeiro. Se é difícil tocar imagina ouvir o que tocaram.
Nmenos1 fez um mini-workshop (bate-papo informal) sobre as interfaces criadas por eles mesmos que são usadas nas suas performances, utilizando placas como o severino(versão brasileira do arduino), reles, brinquedos eletrônicos etc e depois se apresentaram.
pessoas fazendo coisas estranhas com eletricidade O Dorkbot é um evento que acontece desde o ano 2000 em diversas cidades pelo mundo todo. Pessoas se reúnem para trocar idéias e projetos dando os usos mais estranhos para tudo movido a eletricidade. www.dorkbot.org
no Circo Voador
das 19h às 22:30h
13/07/08 - Domingo
Gratuito
Entrada pela porta dos fundos
Participações nesta edição
Input/Output é uma experiência que opera na disfunção e na aleatoriedade da informação. A nossa relação com os aparelhos acontecem numa via de mão dupla, nos fazendo passivos de um movimento retiniano e postural padronizado. Proponho horizontalizar essa discussão , parafaseando Merleau Ponty e a fenomenologia.
F.S. Torres iniciou suas pesquisas musicais através da manipulação, colagem e justaposição de fitas magnéticas no começo dos anos 80, fundando em 1985 o Can do Garfo (CDG), coletivo improvisacional. Com a tecnologia digital, cria KKFS, persona pop/plunderfônica, utilizando software, samples de lps antigos e erros causados por falhas do equipamento envolvido.Criador do label conceitual Menthe de Chat, um projeto operando nos campos de música experimental e eletrônica e arte sonora. Em sua loja Plano B dá início a produção da série de shows PlanoB Live Sessions, o único evento regular de música experimental no Rio de Janeiro. A crescente reputação tanto do label quanto das performances apresentadas no Plano B atrai colaborações internacionais com artistas conceituados como Derek Holzer, Tian Rotteveel e Szkieve, entre outros apresentando-se na loja e participando de gravações em estúdio. Utiliza em suas performances um labirinto de equipamentos analógicos e digitais em que fragmentos sonoros são enviados simultaneamente a vários samplers e/ou gravadores, processados individualmente e re-enviados aos outros processadores, criando um sistema semi-auto-generativo, controlado tanto pelo músico como pelas características e deficiências das máquinas envolvidas. http://www.archive.org/details/frec014 http://www.planob.net/
Qual o destino do Noise? Talvez não saibamos precisar, mas com certeza, Noise após Jesus Coca sofrerá alterações indigestas, jamais esperadas; Fazer barulho tem sido a brincadeira de Barby de certos projetos, tem sido a tônica da galera que faz música “dita” mais alternativa nos canais “ditos” também undergrounds, porém; na maioria das vezes, esse barulho não ensurdece ninguém: institui-se apenas barulho, como qualquer instituição, p.e. a Coca cola O que quer dizer isto? Qual o valor da arte? Qual o valor da música? Que perguntas são estas? A resposta a estas perguntas talvez seja expressa pelo som provocado por Jesus Coca, digo provocado; porque provoca, porque música, como qualquer outro “fazer estético” além de provocação para os órgãos dos sentidos, como os olhos, os ouvidos, os poros; deve ser também provocação-ação, política. Música não pode se desvincular de responsabilidade, da preocupação de veicular um espírito vivo menos absurdo ,p.e. os mendigos na Central do Brasil, o lixo… Barulho por barulho é pura inocência e de Inocência estamos cheios, p.e. a Igreja Universal do Reino de Deus, parece piada, não é? Mas Jesus Coca não tem tal pretensão: salvar alguém, porém procura respeitar aquilo que realmente nos faz inteligentes – sacar algumas coisas ,p.e. fazer bem estar aos ouvidos, ao escutar, ao perturbar. Fazer barulho é necessário sempre, mas barulho, às vezes, agente faz sem fazer barulho e também se faz barulho sem barulho, poque fazer barulho é mais que produzir ruídos, sonoridades; é além de tudo produzir uma atenção maior e uma tensão também maior às ações vitais do cara provocados pela perturbação - é o que procura Jesus Coca. SMITH. http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendid=228023104
DORKBOT pessoas fazendo coisas estranhas com eletricidade O Dorkbot é um evento que acontece desde o ano 2000 em diversas cidades pelo mundo todo. Pessoas se reúnem para trocar idéias e projetos dando os usos mais estranhos para tudo movido a eletricidade. www.dorkbot.org
DORKBOT-RIO edição zero este domingo 25 de maio às 19h no Circo Voador
(entrada pelos fundos)
programa 19h apresentação do dorkbot e convite a projetos para as próximas edições 19h30 kruno jost e bruno tarin demonstram as técnicas utilizadas no concerto
20h performance de corte e desconstrução ritualística-musical
de um Fusca 68 com projeções geradas a partir dos sons.
Primeira edição do Dorkbot no Rio de Janeiro, Brasil.
A Performance foi feita por Bruno Tarin, Djahjah, Frado e Kruno, no Circo Voador em 25/05/08.
O áudio foi gerado a partir de microfones de contato conectados ao carro e depois processado. As projeções foram feitas com o software PureData, são representações gráficas do áudio gerado durante a performance.